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humanidades-424x600Prefácio à edição portuguesa
Helena Peralta
Universidade de Lisboa

Ah! Que escola de qualidade não teríamos, se os professores decidissem abrir as portas da sua sala de aula, do seu "jardim secreto", ao olhar dos colegas e com eles partilhar práticas, conhecimentos, dúvidas e boas experiências!

É isto que, de certo modo, fazem os professores que, como autores das oito propostas de trabalho com TIC apresentadas neste livro, sugerem um conjunto de atividades a realizar com o apoio das TIC na aprendizagem de conteúdos e no desenvolvimento de competências nessas áreas. São propostas didáticas desenvolvidas por professores para professores em várias disciplinas das humanidades e das línguas, em diferentes países, apoiadas em materiais ricos e motivadores e em atividades significativas, desafiadoras, flexíveis, e inacabadas... no sentido que lhe dá a abertura a outros conteúdos, a outras aprendizagens e a outros modos de agir e interagir com os materiais. Embora sustentado no conhecimento prático do uso das ferramentas e das suas possibilidades, o foco destas atividades é didático e pedagógico, não tecnológico.

Se é assim, então, porque usar as TIC? Pelo contrário, parece-me que a questão deve ser: se é assim, então, porque não usar as TIC? A resposta não implica, claro, que se usem as tecnologias pelas tecnologias, mas sim porque não é possível continuar a fingir que elas não existem, que o mundo fora da redoma da sala de aula não mudou, não avançou, não surgiram novos modos de funcionar em sociedade e em privado, não se criaram novos dispositivos, mais sofisticados e mais complexos do que alguma vez foram os chamados "materiais didáticos", por mais autênticos ou próximos da realidade que sejam. Hoje, a autenticidade está nas próprias ferramentas; elas são a componente marcante do mundo real do séc. 21. Não é a tecnologia que melhora a aprendizagem, mas o modo como se usa, o tipo de atividades que acolhem e tornam possíveis.

Mas, como fica claro pela leitura dos exemplos aqui apresentados, a verdadeira tecnologia é o professor. É ele quem cria as oportunidades de aprender, quem conhece profundamente o que os alunos têm que aprender, como fazer com que o aprendam e, claro, quem decide sobre os meios que da melhor forma contribuem para isso. As TIC são meios privilegiados, mas é o professor que as pensa, que as organiza, que as disponibiliza, que motiva os alunos para a ação. Por isso, primeiro é preciso motivar os professores, fazer com que ganhem confiança na sua capacidade de usar ferramentas tecnológicas sem alterar substancialmente os seus princípios e convicções didáticas.

Este livro, através dos exemplos fornecidos, é um bom contributo. É generosa esta oferta. Assim os colegas a aceitem, a usem e a partilhem.

Descarregar o livro em pdf.

 

Fonte: http://cctic.ese.ipsantarem.pt/taccle/?p=108

 

capaPrimario-423x600Prefácio à edição portuguesa
Fernando Albuquerque Costa
Universidade de Lisboa

"Uma das principais constatações quando se trabalha diretamente com professores e educadores é verificar que são muitos os que gostariam de vir a utilizar as tecnologias digitais nas suas práticas letivas quotidianas. Quer pelo fascínio do que elas permitem realizar, quer pela simples tomada de consciência de que, enquanto profissionais, é algo que não podem deixar de encarar.

Para estes professores e educadores, a sociedade mudou e a escola tem de mudar também! Professores motivados e interessados em explorar o potencial pedagógico das tecnologias digitais disponíveis, mas que nem sempre encontram a oportunidade e as condições mais propícias para ganharem a confiança que o seu uso com os alunos exige.

É nesta perspetiva que este livro deve ser entendido, a primeira de cinco obras com o intuito muito preciso de ajudar e estimular todos aqueles que o desejam fazer, mas ainda não tiveram oportunidade de experimentar. Dado o intervalo de idades considerado (3-12 anos), é um livro que tem como destinatários principais, quer os educadores, que trabalham com crianças mais novas, quer professores dos 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico, muito embora cada uma das propostas possa sugerir actividades semelhantes para níveis de escolaridade mais avançados.

Em linha com o trabalho anteriormente desenvolvido em Portugal no âmbito das metas de aprendizagem na área das TIC, em que alguns de nós participámos, as atividades foram desenhadas com a preocupação de visarem objetivos de aprendizagem curriculares, mas equacionando também o valor acrescentado que as tecnologias escolhidas podem trazer ao modo como tradicionalmente os conteúdos em causa são abordados.

A ideia central foi a de conceber atividades em que o aluno tem um papel determinante na procura, selecção e tratamento de informação, na expressão de si próprio, na criação e produção de artefactos e na comunicação e interação com os outros. Fazemos votos para que lhe seja efetivamente útil!

TACCLE2 – Atividades Com Tecnologias para Crianças dos 3 aos 12 anos (descarregar o livro em pdf)

Esperamos que lhe seja útil. Lembre-se, todos os livros aqui disponíveis são recursos abertos licenciados sob uma Licença Creative Commons e Sharealike, para uso não-comercial. Portanto, é possível copiar, adaptar, traduzir e redistribuir os livros ou qualquer parte deles (e realmente esperamos que o faça!). Basta reconhecer e referir a autoria TACCLE2".

Fonte: http://cctic.ese.ipsantarem.pt/taccle/?page_id=624

 

306086 621000874582293 1111255666 n"Escrever uma obra especialmente destinada a professores e educadores foi o intuito deste projeto que agora sai à estampa. Teve como origem o reconhecimento da importância que os professores e educadores têm no desenvolvimento de uma comunidade, nomeadamente quando os tempos que se vivem constituem um desafio para a escola e para a sua principal função: a de formar cidadãos ativos e críticos. Para tal, é fundamental proporcionar-lhes acesso ao conhecimento e fomentar o desenvolvimento das competências necessárias para saberem lidar, também eles, com os desafios de uma sociedade em mudança. Na prática, essa importância assenta na capacidade que professores e educadores têm para tomar em suas mãos, de forma ativa, consciente e crítica, a mudança. Trata-se de questionar o que fazem e como fazem, questionar o papel e função da escola, questionar a sua própria competência profissional para proceder aos ajustamentos necessários induzidos por alunos cada vez mais exigentes, ou seja, dispor-se a reequacionar as suas conceções e práticas em função dos tempos novos que vivemos. Para além disso, este livro teve também como motivo próximo partilhar o questionamento que alguns dos seus autores tiveram oportunidade de fazer no projeto Metas de Aprendizagem, uma iniciativa do Ministério da Educação no tempo do XVIII Governo Constitucional, particularmente na área das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC). Esta partilha teve sobretudo o propósito de contribuir para a clarificação e consolidação das propostas aí assumidas, permitindo também sistematizar um conjunto de reflexões mobilizadas para a realização do referido projeto. Sistematização que aqui partilhamos como estímulo e inspiração para cada um dos nossos leitores, de forma a poderem avançar como maior segurança e lucidez na utilização das tecnologias digitais hoje disponíveis, no trabalho que desenvolvem com as crianças e jovens com quem trabalham. Embora possa interessar a outros públicos, este livro tem como principais destinatários os professores e educadores que, reconhecendo o potencial transformador que as tecnologias de informação e comunicação podem trazer à aprendizagem, querem ousar equacionar o seu uso nas práticas letivas de uma forma refletida e consistente com os objetivos curriculares delineados"...

Repensar as TIC na Educação. O Professor como Agente Transformador (PDF Download).

Fonte: reserchgate.net

 
Competências e funcionamento

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